18 de março de 2011

AVISO!!

Caros leitores, 
Nestes dias restantes de março, no mês de abril e maio terei compromissos.
O blog não terá poemas e contos recentemente mas sim só nos feriados (se eu não viajar para procurar receitas de bolinhos que são uma delícia!) e nos fins de semana que estarei escrevendo e tomando chá.


Anteciosamente
Mr.Chapeleiro.

Selo Para Lily


Prontinho Lily!! Este selo acompanha com o meu texto e a imagem !!

16 de março de 2011

Nasceu Uma Flor Em Meu Jardim

Nasceu uma flor amarela em meu jardim.
Todos os dias eu dava um bom dia a ela,
Para aquela flor amarela.
Seu perfume era doce como o cheiro das rosas no fim da tarde,
E sua aparência me lembrava o pôr - do - sol,
Do final da tarde e do amanhecer.
Dei a ela o nome de Lily.
Minha companheira de viajem,
Minha grande amiga,
Minha flor Lily.
Mas um dia quando voltei de uma viajem que não pude levar ela,
Lily não estava mais lá.
Seu perfume, sua aparência e sua presença sumiram.
O jardim murchou todo, inclusive eu.
Não consegui mais ver ela, nem sua cor amarela...
Só consigo me lembrar dos bons momentos que passamos juntos,
Do carinho dela por mim e dos passeios que fizemos.
Lily foi embora... Mas do jardim.
Pois suas raízes, ainda ficam dentro do meu coração,
Esperando que algum dia ela voltasse e fazermos tudo o que fazíamos antes.

DEDICO ESTE TEXTO A MINHA QUERIDA AMIGA, COMPANHEIRA LILY, QUE FOI EMBORA MAS NÃO DIZENDO ADEUS... SÓ UM TCHAU E ATÉ JÁ VOLTO.

Meu Cofre Tem Sete Chaves...

                                       (ARQUIVO DO PAINT. DESENHADO POR: G.A.S.G)

Tenho um cofre trancado por sete chaves.
A primeira, abre minha inteligência.
A segunda, abre minha amizade.
A terceira, abre minha felicidade.
A quarta, abre minha solidariedade.
A quinta, abre minha fantasia.
A sexta, abre meu coração...
E finalmente a sétima chave abre o cofre...
E o tesouro, não é ouro... nem jóias... nem prata... mas é algo valioso:
O amor que sinto por você.

12 de março de 2011

Água Passadas...


Lembro coisas velhas e antigas. Fico com medo de meu inimigos que derrotei voltarem para me destruir.
Mas depois, penso que isso é como se fosse uma página de um livro virada.
Página virada, rasgada, molhada, suja, sem valor, coisa do passado.
Como se moinhos de vento moessem o passado, girando suas pás para o tempo passar deixando para trás os ''restos mortais'' do velho e esperasse até que o novo chegasse escrito no papel. 
Moinhos não aceitam para moer o presente e o futuro. Só esperam chegar batendo na porta uma página do passado de alguém.
Se águas derrubassem estes moinhos, iam levar junto todo o passado que os moinhos deveriam moer.
Mas quando as águas se abaixam e os moinhos se firmam no lugar onde foram arrastados, terá o trabalho feito sem precisar girar as engrenagens pois tudo aquilo que deveriam fazer era águas passadas.