8 de setembro de 2012


Rainha Viúva Negra

Não se sabe até qual ponto um romance irá chegar. Beijos e abraços podem ser tornar uma guerra constrangedora derramando sangue inocente e louvando poderosos generais. Em uma noite, a Rainha olhava pela janela vendo seus soldados e generais em suas cabanas. Bebiam e faziam a festa, comemorando mais um dia de batalha.

Não a lhe cabia na cabeça tanta comemoração por causa da guerra. Nem tantas vitórias e conquistas de terras inimigas inúteis.
A Rainha era séria e misteriosa para o povo. Ninguém sabia o quanto poder tinha. Nem mesmo como era seu caráter.
Não sabia se era mais veneno, terror, ódio, traição e depressão que a fazia uma figura estranha e silenciosa, assim como algodão.

A Rainha tem em sua história, marcada a morte de seu marido, o Rei.
Os dois não eram muito unidos, nem mesmo dormiam em um único cômodo. Por incrível que pareça, o povoado do reino era satisfeito ganhos com a vida que levavam a cada dia.
A Rainha fora traída pelo próprio marido semanas após o casamento. Mas descobrira somente depois de dois anos, tempo suficiente para traição virar um casamento em segredo. Filhos foram gerados entre o Rei e uma plebeia que morava nas proximidades do castelo, vingança e ódio é que geraram na cabeça da Rainha.
A mesma fez a família traidora se queimar no fogo, junto com a mobília e a casa. Mas salvou apenas um único entre os cinco filhos, para ser seu futuro herdeiro. O garoto foi criado entre gladiadores e generais, para ser uma pessoa forte e destemida.
Ao completar vinte anos, foi para outros lados do reino, além dos pântanos e florestas.

Descansar, era a única opção para a Rainha naquela hora. O mais difícil de ser comandado naquela hora, era o sono. Foi para o quarto e dormiu, pensando estar na hora de colocar seu herdeiro em prática para acabar de vez com a guerra.

O reino estava vencendo e tinham conquistado milhares de terras. O povo comemorava nas ruas, casas, avenidas e em todas as partes. Mas para a Rainha, parecia um infinito pesadelo entre quatro paredes, que nunca iria lhe sair da cabeça.

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